segunda-feira, 12 de abril de 2010

Lascaux

Pessoal, vejam como os hominídeos desenhavam bem. Percebam o movimento da manada.

2 comentários:

Laurinha disse...

oie olha

Lascaux é um complexo de cavernas ao sudoeste de França, famoso pela suas pinturas rupestres.

A disposição da caverna, cujas paredes estão pintadas com bovídeos, cavalos, cervos, cabras selvagens, felinos, etc., permite pensar tratar-se de um santuário. As investigações levadas a cabo durante os últimos decénios permitem situar a cronologia das pinturas no final do Solutrense e princípio do Madalenense, ou seja, 17.000 anos AP. Todavia, certos indícios, tanto temáticos como gráficos levam a pensar que algumas das figuras podem ser mais recentes, sendo tal hipótese, confirmada por datações com Carbono 14, em cerca de 15.500 anos AP.

laura bisou bisou

Anônimo disse...

Oi aqui é o Matheus
algumas coisas sobre Lascaux

Lascaux é um complexo de cavernas ao sudoeste de França, famoso pela suas pinturas rupestres.

A disposição da caverna, cujas paredes estão pintadas com bovídeos, cavalos, cervos, cabras selvagens, felinos, etc., permite pensar tratar-se de um santuário. As investigações levadas a cabo durante os últimos decénios permitem situar a cronologia das pinturas no final do Solutrense e princípio do Madalenense, ou seja, 17.000 anos AP. Todavia, certos indícios, tanto temáticos como gráficos levam a pensar que algumas das figuras podem ser mais recentes, sendo tal hipótese, confirmada por datações com Carbono 14, em cerca de 15.500 anos AP.

Foi descoberta a 12 de Setembro de 1940, por quatro adolescentes: Marcel Ravidat, Jacques Marsal, Georges Agnel e Simon Coencas, que avisaram ao seu antigo professor, Léon Laval. O pré-historiador Henri Breuil, refugiado na zona durante a ocupação nazi, foi o primeiro especialista que visitou Lascaux, a 21 de Setembro de 1940, em companhia de Jean Bouyssonnie e André Cheynier. H. Breuil foi também o primeiro em autenticá-la, descrevê-la e estudá-la. De seguido realizou os primeiros calcos desde fins de 1940, passando vários meses in situ para analisar as obras, que atribuiu ao período perigordiano.

Logo de passar vários anos na Espanha, Portugal e mesmo na África do Sul, voltou em 1949, prosseguindo escavações com Séverin Blanc e Maurice Bourgon, ao pé da cena do poço, onde aguardava encontrar uma sepultura. O que tirou a luz foram pontas de azagaias, decoradas, feitas de corno de reno.

De 1952 a 1963, por encomenda de Breuil, foram efetuadas novos levantamentos, sobre 120 m², de calcos por André Glory, que contabilizavam um total de 1.433 representações (hoje estão catalogadas 1.900).

Por essa mesma época, as representações parietais foram também estudadas Annette Laming-Emperaire, André Leroi-Gourhan e, entre 1989 e 1999, por Norbert Aujoulat.

A gruta de Lascaux é relativamente pequena: o conjunto dos corredores não ultrapassa os 250 m de comprimento, com um desnível de ao redor de 30 m. A parte decorada corresponde a um nível superior, pois o inferior está fechado pela presença de dióxido de carbono.

A entrada atual corresponde com a entrada pré-histórica.

Para facilidade de descrição, a caverna está tradicionalmente subdividida num certo número de zonas, denominadas salas ou corredores. Os nomes, imaginários, devem-se em parte a H. Breuil e fazem, com freqüência referência à arquitetura religiosa:

* a primeira sala é a "Sala dos Touros" ou "Rotonda", de 17 m por 6 m de largo e 7 de alto;
* prolonga-se pelo "Divertículo axial", uma galeria mais estreita na mesma direção, mais ou menos do mesmo tamanho;
* depois da Sala dos Touros, à direita do Divertículo axial, acede-se à "Passagem", um corredor de uma quinzena de metros;
* na prolongação da Passagem abre-se a "Nave", outro corredor mais elevado, com cerca de vinte metros;
* a Nave prossegue com uma parte não decorada, pois as paredes são pouco apropriadas, seguindo logo até ao "Divertículo dos Felinos", um estreito corredor com cerca de vinte metros;
* A "Abside" é uma sala redonda que se abre para Oeste, na confluência da Passagem e a Nave;
* O "Poço" abre-se no fundo da Abside. Seu acesso supõe uma baixada de 4 a 5 metros até ao começo do nível inferior.