quinta-feira, 8 de abril de 2010

Pré-História

Olá 6o. ano,
Segundo a revista Science, foram encontrados dois esqueletos fossilizados de uma espécie de hominídeo, com quase dois milhões de anos. Foi batizado de Australopitecus sediba. a estrutura de seu esqueleto é similar à das primeiras espécies Homo, como a famosa "Lucy", de 3,2 milhões de anos e durante muito tempo considerada o ancestral comum da humanidade até a descoberta de Ardi ( Ardipithecus ramidus), de 4,4 milhões de anos.
Novo ancestral do homem encontrado na África do Sul
E por falar em "Lucy" (Australopitecus afarensis), siga o link abaixo para ouvir a famosa música dos Beatles que tocava quando os arqueólogos encontraram o fóssil "Lucy".
http://letras.terra.com.br/the-beatles/195/traducao.html
Comentem e coloquem outras descobertas sobre ARQUEOLOGIA E PRÉ-HISTÓRIA
abraços,
Núbia

24 comentários:

Laurinha disse...

OIe td bem tia adorei o blog vo " postar uma coisinha depois vc coloca ai

Até recentemente, considerava-se que a família Hominidae incluía apenas o género Homo; os orangotangos, gorilas e chimpanzés eram classificados na família Pongidae, que também incluía os gibões que atualmente se encontram classificados na família Hylobatidae – esta família é por vezes considerada a família-irmã dos hominídeos na super-família Hominoidea, dentro da ordem dos primatas.

Estudos realizados com técnicas moleculares indicam que os chimpanzés, gorilas e humanos formam uma clade, com os orangotangos um pouco mais separados filogeneticamente. Os membros não-humanos actuais desta família encontram-se apenas na África equatorial, na Sumatra e em Bornéu. No entanto, foram encontrados fósseis de hominídeos desde o Mioceno (de há cerca de 20 milhões de anos) em praticamente todos os continentes (aparentemente, nas Américas, os fósseis de hominídeos não vão para além dos 60 mil anos).

Os hominídeos são os maiores primatas, com pesos variando entre 48 kg e 270 kg – em geral, os machos são maiores que as fêmeas -, com corpos robustos e braços bem desenvolvidos. Têm o polegar e o hallux (o dedo grande do pé) oponível aos outros dedos (excepto no género humano que perdeu a oponibilidade no pé) e todos os dedos têm unhas achatadas. Nenhum hominídeo tem cauda nem calosidades isquiais. Existem ainda numerosas diferenças no esqueleto entre os hominídeos e os outros primatas relacionadas com o seu porte vertical.

Todos os membros desta família têm um crânio maior (relativamente ao tamanho do corpo) e um cérebro mais desenvolvido e mais complexo do que qualquer outro animal e são catarrinos, ou seja, têm as narinas próximas uma da outra e viradas para a frente e para baixo. A fórmula dental é a mesma em todos os membros deste grupo: e os incisivos largos e os caninos nunca se encontram transformados em presas.

Os hominídeos são omnívoros, mas a base da sua alimentação são vegetais. Uma outra característica é a complexidade do seu comportamento social, expressão facial e vocalização complexa. Todos constroem ninhos e exercem cuidados parentais durante um largo período; geralmente as fêmeas têm um único filhote em cada gestação.

Gosto entao posta ok bisou bisou

Laurinha disse...

Lucy foi o primeiro fossil mais antigo

Núbia disse...

Laurinha, gostei, interessante a comparação dos hominídeos com outros primatas. E das características biológicas.
Parabéns.

marina disse...

Em outubro de 2004, um grupo de pesquisadores da universidade da Inglaterra Australia, descobriram fosseis de uma populaçãode pequenos hominìdeos na ilha das flores na Indonèsia.graças a sua baixa estatura em torno de 1 metro.
Essa espécie, denominada de
HOMO FLORESÌENCIS (homem das flores),ficou conhecido como hobbits em homenagem ao filme senhor dos anèis.

Lu@n@! disse...

Paleontologia.
Descoberto novo hominídeo

O 'Australopithecus sediba' é uma das peças que faltavam para compreender a origem do género 'Homo'

Tinha os braços longos, à maneira dos chimpanzés, e um cérebro com um volume de apenas 420 centímetros cúbicos (o do homem moderno anda entre os 1200 e os 1600 centímetros cúbicos). Mas o Australopithecus sediba, como foi baptizado pelos seus descobridores, também exibia características estranhamente modernas: tinha as mãos curtas e robustas, os dentes mais pequenos do que seria de esperar, as maçãs do rosto menos pronunciadas, o nariz proeminente. É esta contradição entre as suas particularidades primitivas e as outras mais modernas que torna tão fascinante este novo hominídeo, que foi descoberto numa caverna da África do Sul, e que é hoje descrito na revista Science.

O Australopithecus sediba (a última palavra significa fonte, ou nascente, em

sesotho, uma das 11 línguas oficiais da África do Sul) parece ser uma das peças que faltavam para entender melhor a origem do género Homo, há cerca de dois milhões de anos. Daí o nome, como explica o paleoantropólogo Lee Berger, da universidade de Witwatersrand, em Joanesburgo, e coordenador da equipa que fez o estudo. "Esta pode ser a espécie da qual emergiu o género Homo", explicou o investigador, sublinhando que "estes fósseis mostram uma imagem extraordinariamente detalhada de um novo capítulo da evolução do Homem e levanta o véu que cobria um período crucial, durante o qual os hominídeos já não dependiam da vida nas árvores e se estabeleceram no solo".

A descoberta dos fósseis deste novo hominídeo tem uma pequena história . A equipa de Lee Berger lançou em 2008 um ambicioso projecto de identificação e mapeamento de todas as cavernas na região de Joanesburgo conhecida por "Berço da Humanidade" - alguns dos fósseis dos hominídeos mais antigos que se conhecem e outros já do género Homo foram encontrados ali. Por isso, conhecer todas essas cavernas para as explorar sistematicamente era uma bela ideia. Mas foi quase por acaso que Lee Berger, ou melhor, o seu filho Mathew, de nove anos, tropeçou no achado. Quando, em 2008, passeavam junto da caverna de Malapa, uma das muitas da zona, Mathew encontrou um objecto e não teve dúvidas: "Encontrei um fóssil", gritou ele.

Berger pai aproximou-se e ficou vidrado: aquilo era um osso humano. Escavações posteriores puseram a descoberto dois esqueletos fossilizados muito bem preservados de uma mulher e de um menino com 10 a 12 anos, datados de há 1,9 a 2 milhões de anos que escrevem um novo capítulo da história da evolução humana.

Anônimo disse...

oi é o hugo ,saca só essas noticias:

Pinturas rupestres

Pinturas rupestres são pinturas e desenhos registrados no interior de cavernas, abrigos rochosos e, mesmo ao ar livre. São artes do período paleolítico, também chamado de arte parietal e existe no mundo todo, apesar de ser mais abundante na Europa.


As pinturas geralmente representavam figuras de animais como cavalos, mamutes e bisontes e figuras humanas onde representavam à caça, danças, rituais ou guerreiros. As pinturas eram executadas a dedo, com o buril, com um pincel de pelo ou pena, ou ainda com almofadas feitas de musgo ou folhas. Eram utilizados materiais corantes minerais nas cores ocre-amarelo, ocre-vermelho e negro. Sempre utilizavam pigmentos de cores naturais.



Descoberta do fogo


Uma descoberta muito importante do período paleolítico foi o fogo. Onde o homem primitivo inicialmente observou esse fogo surgindo espontaneamente, aos poucos perderam o medo e começaram primeiramente utilizá-lo de vez em quando e de maneira desorganizada, como fonte de iluminação e aquecimento. Para isto foi necessário descobrir como mantê-lo aceso, isto também resultou provavelmente da observação de que brasas resultantes da queima natural de madeira podiam ser realizadas pela ação do vento, ou pelo sopro, fazendo a chama reaparecer.
A etapa seguinte era fazer produzir o fogo, talvez novamente pela observação eles notaram que o fogo aumentava pelo aquecimento de galhos ou folhas secas, isto indicou que a chama poderia ser iniciada com temperaturas elevadas. Desta forma, descobriram que o atrito entre dois pedaços de madeira seca aumentava a temperatura e produzia a chama, que podia ser ativada pelo sopro.
O homem primitivo através da observação também encontrou outra maneira de produzir fogo. Observaram que o choque produzido entre duas pedras produzia faíscas e que se colocassem folhas e galhos secos próximos dessas faíscas conseguiam fogo. Depois que o homem descobriu sua utilidade e como acendê-lo, passou a assar a carne e a cozinhar vegetais, junto ao fogo se reuniam, descansavam e se protegiam do frio e dos ataques de animais ferozes.

Júlia... disse...

Um pastor curdo, andando sozinho no deserto em 1994 fez o que pode ser a maior descoberta arqueológica de todos os tempos. Uma descoberta que pode revolucionar a história das religiões e desvendar a verdade sobre o Jardim do Éden.

Andando com seu rebanho em uma tarde de verão ele encontrou duas pedras com um formato estranho. Voltando a aldeia resolveu contar sobre seu achado. Afinal as pedras poderiam ser algo importante.

Poucas semanas depois a notícia da descoberta do pastor de ovelhas chegou ao conhecimento dos curadores do museu da cidade de Sanliurfa que entrou em contato com o German Archaeological Institute em Istanbul e, no final de 1994 o arqueólogo alemão Klaus Schmidt chegou ao sítio de Gobekli Tepe. O que o Sr. Schimdt encontrou pode mudar a história da humanidade.

Em um momento de rara concordância, arqueólogos de todo o mundo concordam com a importância do sitio de Gobekli Tepe. E deixa a grande maioria deles estupefatos e excitados. Uma descoberta digna dos filmes de Indiana Jones, só que na vida real, documentada e registrada.

O que o pastor de ovelhas encontrou foi a parte superior de dois monólitos em forma de T as primeiras de um sítio muito maior composto de monumentos, paredes e colunas de pedras, cobertas de entalhes de animais: Javalis, patos, serpentes, leões.

Os entalhes apresentam algumas figuras que parecem humanas, com os braços estilizados e, funcionalmente, todo o conjunto parece ser um templo ou um lugar para rituais.

Para datação, foram escavadas 45 destas “pedras” que estão organizadas em círculos, mas medições geomagnéticas indicam que existem algumas centenas de outras pedras esperando para ser escavadas.

Até agora é isso. Gobekli Tepe poderia entrar para a história como sendo o Stonehenge turco não fossem alguns fatores que tornam esse sitio único, chegando ao limite do fantástico e extraordinário.

O primeiro detalhe surgiu da datação por carbono. As pedras têm entre 12000 e 13000 anos. Ou seja, foram construídas 10.000 anos antes de Cristo. Para comparação, as pedras de Stonehenge foram levantadas 3000 anos antes de Cristo e as pirâmides de Gizé são datadas de 2500 anos antes de Cristo. Colocando o sitio de Gobekli Tepe como o mais antigo achado arqueológico da história, batendo os concorrentes com vantagem astronômica.

As pedras são anteriores a idade do bronze, a escrita, a cerâmica. São anteriores a tudo que conhecemos e como diabos os homens das cavernas fizeram tal obra?

O Sr. Schimdt especula que, durante décadas, grupos de caçadores ocuparam o lugar durante a construção, vivendo em tendas e caçando e comendo. Pontas de flechas encontradas no local suportam essa versão e confirmam a datação dos monumentos.

Por si só, a revelação que caçadores pré-tudo, tiveram a capacidade de construir um monumento como o encontrado em Gobekli Tepe, muda toda a concepção histórica que temos da evolução humana. Dotando os homens deste período de uma sofisticação inimaginável até agora. Quase como se os Deuses tivessem descido dos céus para construir Gobekli Tepe por conta própria.

É aqui que entra a conexão bíblica.

O Sr. Schimdt acredita que Gobekli Tepe seja um templo do que conhecemos hoje como o Jardim do Éden. Para entender como um cientista chega a uma conclusão destas precisamos entender que, para muitos de nós, o Jardim do Éden não passa de uma lenda ou uma metáfora da pureza da humanidade no começo dos tempos.

Para os estudiosos a história contém uma função didática e pode ter sido uma forma de registrar os traumas sofridos quando fomos forçados a deixar a caçada pela agricultura.

Sabemos que a mudança foi traumática por que fósseis da época mostram que os efeitos dessa mudança. As pessoas cresciam menos e menos saudáveis enquanto seus corpos se adaptavam a nova dieta e aos rigores da agricultura primitiva. Certamente essa mudança não foi realizada por vontade própria. Alguns historiadores acreditam na extinção de animais ou em fatores climáticos capazes de forçar essa mudança.

Nicole disse...

ooooi tia o blog esta lindo eu vou colocar umas coisas legais
beiiijos
Nicoole

Núbia disse...

Marina Di, Legal. imagina só...Hobbits. esses arqueólogos são mesmo muito criativos.

Núbia disse...

Hugo, é isso mesmo.O domínio do fogo foi muito importante para que o homem pudesse evoluir. Valeu!

Núbia disse...

Júlia, muitíssimo interessante éssa história de Gobeki Tepe que você trouxe. Tem sempre surpresas incríveis no mundo da arqueológia.
beijos

Núbia disse...

Oi Luana!!
O Sediba foi realmente uma importante descoberta arqueólogica.
beijocas

Núbia disse...

Oi Luana!!
O Sediba foi realmente uma importante descoberta arqueólogica.
beijocas

Analicia disse...

ARTE RUPESTRE


Arte Rupestre é o nome que se dá ao tipo de arte mais antigo da história, baseado principalmente nas pinturas, desenhos ou representações artísticas gravadas nas paredes e tetos das cavernas.
Esse tipo de arte teve seu início no período Paleolítico Superior, e as formas que o homem usava como material artístico eram ossos de animais, cerâmicas e pedras, além de fabricarem as tinturas através das folhas das árvores e do sangue de animais.

Os desenhos representados nas cavernas eram figuras de grandes animais selvagens, a figura humana raramente era representada, sugerindo muitas vezes atividades como a caça, normalmente não eram feitos de forma naturalista, como nos desenhos de animais.

Antigamente se pensava que a arte rupestre era uma armação criada pelos criacionistas (que crêem que Deus criou tudo) para desmentir Darwin, já que segundo a sua teoria os homens daquela época não eram capazes de manifestações artísticas como a arte rupestre. Contudo, a veracidade da arte rupestre foi comprovada, dando assim, a oportunidade de gerar valiosas pistas quanto à cultura e às crenças daquela época.

Analícia 6° ano M1

Anônimo disse...

Aqui sou eu, Vitor Leonardo,
olá Professora Núbia,
achei legal esta reportagem, veja só.

Arqueólogos encontram tumbas em oásis de múmias no Egito
12 de abril de 2010 • 10h24 • atualizado às 14h19 Comentários
599Notícia Fotos

Arqueólogos removem tumba encontrada em Bahariya, no Egito
Foto: EFE

Reduzir Normal Aumentar Imprimir Arqueólogos egípcios encontraram quatorze tumbas de pedras em um cemitério no Oásis de Bahariya, a 350 quilômetros do Cairo. De acordo com o Conselho Supremo de Antiguidades, as tumbas datam do século III antes de Cristo. As informações são da agência Efe.

Além das tumbas, foram encontradas quatro máscaras de gesso, um objeto coberto de ouro com desenhos dos quatro filhos do Deus Hórus, e utensílios de cerâmica e vidro.

Os arqueólogos encontraram também a múmia de uma mulher que mede 97 centímetros de altura e que está coberta com uma tampa de gesso colorido.

Após a descoberta, iniciou-se o processo de limpeza de várias moedas também encontradas no local para constatar o período ao qual pertencem. No oásis de Bahariya, 250 múmias foram descobertas em 1996 no chamado Vale das Múmias Douradas, onde se acredita que possa haver mais de 10 mil corpos mumificados.

Essa descoberta contribuiu para que essa região desértica se transformasse em um dos pontos de atração turística, sobretudo para excursões de safári pelo Saara ocidental.

Núbia disse...

Analícia, gostei do seu interesse pelas pinturas rupestres. valeu!!
beijos

Núbia disse...

Vitor, estas descobertas que você trouxe são quentíssimas, acabaram de "sair do forno". Parabéns.

gabriela gomes disse...

Pré-história corresponde ao período da história que antecede a invenção da escrita (evento que marca o começo dos tempos históricos registrados), que ocorreu aproximadamente em 4000 a.C..

Também pode ser contextualizada para um determinado povo ou nação como o período da história desse povo ou nação sobre o qual não haja documentos escritos. Assim, no Egito, a pré-história terminou aproximadamente em 3500 a.C., enquanto que no Brasil terminou em 1500 e na Nova Guiné ela terminou aproximadamente em 1900. Para muitos historiadores o próprio termo "pré-história" é errôneo, pois não existe uma anterioridade à história e sim à escrita.

A transição para a "história propriamente dita" se dá por um período chamado proto-história, que é descrito em documentos, mas ou são documentos ligeiramente posteriores ou documentos externos. O termo pré-história mostra, portanto, a importância da escrita para a civilização ocidental.

Uma vez que não há documentos deste momento da evolução humana, seu estudo depende do trabalho de arqueólogos ou antropólogos, como por vezes de outros cientistas, que analisam restos humanos e utensílios preservados para determinar o que acontecia.

O planeta Terra existe há aproximadamente cinco bilhões de anos. Mas na maior parte desse longuíssimo tempo não havia sinal de vida sobre a Terra. As primeiras formas de vida que surgiram através de milhões de anos foram se tornando mais completas e evoluídas, até chegar aos grandes animais e ao aparecimento dos grandes hominídeos, por volta de 2 milhões de anos atrás.

Unknown disse...

oi td joia??
muito interssante a noticia...
tbm queria deixar uma noticia sobre o homem de cro-magnon:
(Em 1868,foram descobertos esqueletos na frança,em cro-magnon(que significa "grande buraco".)Foram encontrados também fosséis do mesmo estágio de civilazação numa gruta em Grimald (italia),na republica theca e em muitos outros lugares.Trata-se

Anônimo disse...

arqueologia no Brasil teve início em 1834, com o dinamarquês Peter Lund, que escavou as grutas de Lagoa Santa (MG), onde foram encontrados ossos humanos misturados com restos animais com datação de 20 mil anos.

No segundo reinado, Dom Pedro II implantou as primeiras entidades de pesquisa, como o Museu Nacional do Rio de Janeiro. Em 1922, surgiram outras organizações como o Museu Paulista e o Museu Paraense.

Alguns estrangeiros começaram a vir para o País em 1950, e passaram a explorar sítios arqueológicos na Amazônia, no Pará, no Piauí, no Mato Grosso e na faixa litorânea. Em 1961, todos os sítios arqueológicos foram transformados por lei em patrimônio da União, a fim de evitar sua destruição pela exploração econômica.

O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) registrou 8.562 sítios arqueológicos. Entre eles, destaca-se o da Pedra Furada (PI), onde a brasileira Niède Guidon localizou, no ano de 1971, restos de alimento e carvão com datação de 48 mil anos. Estas observações vêm a contrariar a tese aceita de que o homem teria chegado à América há cerca de 12 mil anos, pelo Estreito de Bering, entre a Sibéria e o Alasca.

Em 1991, a norte-americana Anna Roosevelt, arqueóloga, descobriu pinturas rupestres na caverna da Pedra Pintada (PA) com mais de 11 mil anos, e, em 1995, revelou sítios cerâmicos na Amazônia com datação de 9 mil anos.
BJS M V sexto ano

Anônimo disse...

Centros Arqueológicos do Brasil

Os centros arqueológicos incluem os sambaquis, as estearias, os mounds e também hipogeus, cavernas, etc.

1. Sambaquis: palavra de origem indígena que deriva de tambá (concha) e ki (depósito). Possuem formações de pequena elevação formadas por restos de alimentos de origem animal, esqueletos humanos, artefatos de pedra, conchas e cerâmica, vestigíos de fogueira e outras evidências primitivas.

2. Estearias: jazidas de qualquer natureza que representam testemunhos da cultura dos povos primitivos brasileiros.

3. Mounds: monumentos em forma de colinas, que serviam de túmulos, templos e locais para moradia.

4. Hipogeus: ambientes subterrâneos, às vezes com pequenas galerias, nas quais eram sepultados os mortos.



Os principais Centros Arqueológicos do Brasil são:

Centros Arqueológicos
Bacia Amazônica Cunani, Maracá, Pacoval, Camutins, Sambaqui de Cachoeira, Sambaquis da Foz do Tocantins e de Cametá, Santa Izabel, Tesos e Mondongos de Marajó, Caviana, Santarém, Taperinha, Miracanguera, Rio Tefé, Irapurá, Cerro do Carmo, Rio Içana, Anuiá Luitera, Apicuns, Tijolo, São João e Pinheiro.
Zona Maranhense Marobinha, Pindaí, Ilha de Cueira, Florante, Lago Jenipapo, Armindo, Lago Cajari e Encantado.
Zona Costeira do Norte e Centro Cunhaú, Valença, Guaratiba, Macaé, Parati, Saquarema, Feital, Cabo Frio, Cosmos.
Zona Costeira do Sul Santos e São Vicente, Conceição de Itanhaém, Iguape, Cananéia, Sabaúna, Guaraqueçaba, Paranapaguá, São Francisco, Imbituba, Laguna, Joinvile, Sanhaçu, Armação da Piedade, Porto Belo, Rio Tavares, Rio Cachoeiro, Canasvieiras, Rio Baía, Ponta do Guaíva, Vila Nova, Itabirubá, Penha, Rio Una, Magalhães, Porto do Rei, Laje, Sambaqui das Cabras, Sambaqui ao sul de Tramandaí, Sambaquis do Arroio do Sal, Luiz Alves, Carniça, Cabeçuda, Caputera, Perchil, Ponta Rasa, Sambaquis nas proximidades de Torres.
Zona Central Lagoa Santa

bjs maria victoria

Anônimo disse...

Arqueologia (do grego, « archaios », antigo, e « logos », discurso depois estudo, ciência) é a disciplina científica que estuda as culturas e os modos de vida do passado a partir da análise de vestígios materiais. É uma ciência social, isto é, que estuda as sociedades, podendo ser tanto as que ainda existem, quanto as já extintas, através de seus restos materiais, sejam estes móveis (como por exemplo um objeto de arte, as vénus) ou objetos imóveis (como é o caso das estruturas arquitectónicas). Incluem-se também no seu campo de estudos as intervenções feitas pelo homem no meio ambiente.

A maioria dos primeiros arqueólogos, que aplicaram sua disciplina aos estudos das antiguidades, definiram a arqueologia como o estudo sistemático dos restos materiais da vida humana já desaparecida. Outros arqueólogos enfatizaram aspectos psicológico-comportamentais e definiram a arqueologia como a reconstrução da vida dos povos antigos.

Em alguns países a arqueologia é considerada como uma disciplina pertencente à antropologia; enquanto esta se centra no estudo das culturas humanas, a arqueologia dedica-se ao estudo das manifestações materiais destas. Deste modo, enquanto as antigas gerações de arqueólogos estudavam um antigo instrumento de cerâmica como um elemento cronológico que ajudaria a pôr uma data à cultura que era objeto de estudo, ou simplesmente como um objeto com um verdadeiro valor estético, os antropólogos veriam o mesmo objecto como um instrumento que lhes serviria para compreender o pensamento, os valores e a própria sociedade a que pertenceram.

bj maria victoria

Anônimo disse...

Arte rupestre, pintura rupestre ou ainda gravura rupestre, é o nome que se dá às mais antigas representações pictóricas conhecidas, as mais antigas datadas do período Paleolítico Superior (40.000 a.C.) gravadas em abrigos ou cavernas, em suas paredes e tetos rochosos, ou também em superfícies rochosas ao ar livre, mas em lugares protegidos, normalmente datando de épocas pré-históricas.
Na vida do Homem pré-histórico tinham lugar a Arte e o espírito de conservação daquilo de que necessitava. Estudos arqueológicos demonstram que o Homem da Pré-História (a fase da História que precede a escrita) já conservava, além de cerâmicas, armas e utensílios trabalhados na pedra, nos ossos dos animais que abatiam e no metal. Arqueólogos e antropólogos datando e estudando peças extraídas em escavações conferem a estes vestígios seu real valor como "documentos históricos", verdadeiros testemunhos da vida do Homem em tempos remotos e de culturas extintas.



Bejo .. Amanda

Rock e cia disse...

oi nubia é o hugo ,olha essas noticias:

A Origem do Homem

A precariedade de informações limita o conhecimento da origem do homem. As primeiras pesquisas datam do final do século XIX; e muitas descobertas de restos humanos ocorreram de modo casual, nem sempre realizadas por especialistas.

A descoberta de traços culturais comuns em grupos afastados indica que, provavelmente, apareceram vários deles em regiões diferentes.

De modo geral, dizemos que há um tronco comum do qual se originaram os grandes macacos (pongidae) e os homens (hominidae). Em determinado momento da evolução, os dois grupos se separaram e cada um apresentou sua evolução própria. Os pongidae apresentaram a forma do gorila, chimpanzé e orangotango; os hominidae ou hominídeos, a forma do atual homo sapiens.

Os Australopithecus

Trata-se do mais antigo hominídeo que se conhece. Foi encontrado na África do Sul e os estudos revelaram que viveu entre 1 milhão e 600.000 a.C.. Apesar do crânio pequeno, possuía traços característicos dos hominídeos. Era bípede e postura mais ereta.

O Homo Habilis e o Pithecanthropus Erectus

O homo habilis viveu há cerca de 2,5 milhões de anos e foi contemporâneo do australoptecus, mas com capacidade craniana ampliada. Esta incluiu carne em sua alimentação, o que provocou mudanças em sua arcada dentária.

Segue-se o terceiro tipo de hominídeo, o Pitecanthropus Erectus, que deve ter vivido entre 500.000 e 200.000 a.C.. O homo erectus, como hoje se denomina, possuía maxilares maciços e dentes grandes, cérebro maior que o tipo anterior e membros mais bem adaptados à postura ereta.

Alguns exemplos:

I - JAVANTROPO – (Homem de Java): 1,5 metros de altura e deve ter passado a maior parte da existência no chão.

II - SINANTROPO – (Homo Pekinenses): Descoberto na china. Junto do esqueleto havia grande quantidade de facas, raspadores e pontas, o que demonstra elevado estágio de desenvolvimento.

III - PALEANTROPO – (Homem de Heidelberg)

O Homo Neanderthalensis

Encontrado em Neanderthal, Alemanha. Houve descobertas semelhantes frança, Iugoslávia, Palestina e África do Sul. Deve ter existido entre 120.000 e 50.000 a.C.

Este hominídeo possuía capacidade craniana elevada e já vivia em cavernas e deixou inúmeros traços de sua existência.

O Cro-Magnon

Com o homem de Cro-Magnon atinge-se o Homo Sapiens. Chegamos a este estágio por volta de 40.000 a.C., possuía altura acentuada, membros retos e peito amplo, como também, a maior capacidade craniana encontrada até então, o que provou através da arte, da magia e da vida social.